Programa Miguel A. López | A terra no meio

Hugo Ochoa (Honduras) | Kakakak!, 2007, 1’ 8”
Carlos Fernández (Costa Rica) | Agrofit, 2014, 6’
Lucía Madriz (Costa Rica) | Reclamo, 2017, 54”
Jonathan Harker (Panamá) | Awaman – Manawa Nicarawa, 2010, 3’14’’
Alejandro de la Guerra (Nicarágua) | La batalla de cuarzos, 2013, 2’
Stephanie Williams (Costa Rica) | Relato de la tierra del medio, 2015, 6’44’’
Sandra Monterroso (Guatemala) | La demoledora, 2010, 1’54’’
Romina Memoli Amador (Honduras) | Ilícitas, 2016, 2’
Crack Rodríguez (El Salvador) | Teorema de la desubicación, 2013, 1’
Alexia Miranda (El Salvador) | Carrousel, 2012, 4’56’’
María Raquel Cochez (Panamá) | Exceso de piel, 2006, 1’32”
Jorge de León (Guatemala) | Estudio sobre la luz y sombra, 2014 3’09’’
Mario Santizo (Guatemala) | Carne, 2015, 2’20”
Humberto Velez (Panamá) with Dionisio Herrera Gonzalez | The Last Builder, 2008 5’29’’

22h00 | Programa MIGUEL LÓPEZ

A TERRA NO MEIO

Duração: 44’

Este programa intitulado “A Terra no Meio” é uma abordagem aos usos e transformações do vídeo contemporâneo na América Central. A selecção apresenta na sua maioria obras produzidas durante a última década, as quais abordam preocupações locais distintas: desde a relação com a natureza e a questão da sustentabilidade ecológica, as memórias da guerra interna e as ditaduras, a discriminação sexual e a violência de género, assim como explorações íntimas sobre a perda, a dor e o desejo.

O título “A Terra no Meio” – que evoca uma das obras de Stephanie Williams incluída no programa – aponta também a relação problemática da América Central com o resto da América Latina e dos Estados Unidos. Em algumas obras é possível ver como a questão da identidade regional é transformada num espaço de crítica e paródia de olhares idealistas e exóticos (a região como um paraíso tropical), os legados da colonialidade (os símbolos, os monumentos, os imaginários exóticos) e as estruturas de autoridade e poder que dominam o sistema económico e político do presente (o poder militar, o patriarcado, o neoliberalismo). As obras oferecem distintas formas de trabalhar com o vídeo, desde video-performances, registos de acções de rua até animações digitais, as quais buscam mobilizar o poder da imagem em invocar outras formas de construir a linguagem, o corpo e a comunidade.

Miguel A. López, 2017

Jardim do Museu Nacional de História Natural e da Ciência

Sábado, 26/8

22h00 | Programa Miguel A. López

A terra no meio

Hugo Ochoa (Honduras) | Kakakak!, 2007, 1’ 8”
Carlos Fernández (Costa Rica) | Agrofit, 2014, 6’
Lucía Madriz (Costa Rica) | Reclamo, 2017, 54”
Jonathan Harker (Panamá) | Awaman – Manawa Nicarawa, 2010, 3’14’’
Alejandro de la Guerra (Nicarágua) | La batalla de cuarzos, 2013, 2’
Stephanie Williams (Costa Rica) | Relato de la tierra del medio, 2015, 6’44’’
Sandra Monterroso (Guatemala) | La demoledora, 2010, 1’54’’
Romina Memoli Amador (Honduras) | Ilícitas, 2016, 2’
Crack Rodríguez (El Salvador) | Teorema de la desubicación, 2013, 1’
Alexia Miranda (El Salvador) | Carrousel, 2012, 4’56’’
María Raquel Cochez (Panamá) | Exceso de piel, 2006, 1’32”
Jorge de León (Guatemala) | Estudio sobre la luz y sombra, 2014 3’09’’
Mario Santizo (Guatemala) | Carne, 2015, 2’20”
Humberto Velez (Panamá) with Dionisio Herrera Gonzalez | The Last Builder, 2008 5’29’’

MIGUEL A. LÓPEZ
(Perú / Costa Rica)

Miguel A. López (n.1983, Lima, Perú) é escritor, investigador e Curador Chefe do TEOR/ética em São José, Costa Rica. Publicou em revistas como After allManifesta JournalE-flux JournalArt in AmericaArt Nexus e Art Journal, entre outros. Recentemente foi o curador de Teresa Burga. Estruturas de Ar (com Agustín Pérez Rubio) no MALBA, Buenos Aires (2015); da secção “Deus é bicha” para a 31ª Bienal de São Paulo 2014; e “Perder a forma humana. Uma imagem sísmica dos anos 80 na América Latina” (com Red Conceptualismos del Sur), no Museu Reina Sofia, Madrid (2012). É co-fundador de Bisagra, um espaço de arte independente activo no Peru desde 2014. Em 2016 recebeu o prémio Independent Vision Curatorial Award pelo ICI – Independent Curators International, Nova Iorque.