Programa EMÍLIA TAVARESA CLASSE DOS POVOS EXTINTOS

// Lo que no puede ser visto debe ser mostrado
2010, 12’

“O que não pode ser visto…” é um documentário sobre a memória da Transição Espanhola construída a partir de certas produções de cinema militante, que contradiz as imagens oficiais que elaboraram a memória do fim do regime de Franco e o início da democracia Espanhola.

“Desde o dever da memória”, nas palavras de Primo Levi, María Ruido aborda a construção da memória histórica do estado espanhol, mas a sua aproximação não é baseada em testemunhos gravados, mas na constatação da falta de imagens sobre determinados acontecimentos ou problemáticas.

Produção: Producciones Doradas (Magazine Doropedia)
Edição: Iván Gómez

Com fragmentos de:
Plan Rosebud (2008)  de María Ruido, Rocío (1980) de Fernando Ruiz Vergara, Margarita y el lobo (1969) de Cecilia Bartolomé, No-Do (Noticiario Documental), O todos o ninguno (1975-76) de Helena Lumbreras e Mariano Lisa, La Transición española (1993) de Victoria Prego, Arquivos da TVG e TVE, e arquivo pessoal de Angel Santos.

Vozes: Jo Labanyi, Cecilia Bartolomé, Jorge Luis Marzo, Mariano Lisa e Carme Moliner

Maria Ruído | Espanha

Maria Ruído é artista visual, cineasta e investigadora. Trabalha em projetos multimedia interdisciplinares desde 1998. Sua investigação centra nos imaginários do trabalho no sistema capitalista, bem como nos mecanismos que constroem a memória e suas relações com as diferentes narrativas históricas e, atualmente, no imaginário decolonial e suas possibilidades emancipadoras. Maria Ruído vive entre Madrid e Barcelona, onde é professora no Departamento de Cultura Visual da Universidade de Barcelona. Participa de vários grupos de estudos que questionam a representação e os contextos onde está sendo produzida.

ENGLISH


EMÍLIA TAVARES ProgramTHE CLASS OF THE EXTINCT PEOPLES

// Lo que no puede ser visto debe ser mostrado
2010, 12’

“What can not be seen…” is a documentary about the memory of the Spanish Transition constructed from certain productions of militant cinema, that contradict the official images that have elaborated the memory of the end of the Franco regime and the beginning of Spanish democracy.
“From the duty of memory”, in the words of Primo Levi, María Ruido addresses the construction of the historical memory of the Spanish state, but its approximation is not based on recorded testimonies, but on the finding of the lack of “antagonist images” or public debates about the Spanish democracy.

Produced by Producciones Doradas (Magazine Doropedia)

Edited by Iván Gómez

With fragments of Plan Rosebud (2008)  by María Ruido, Rocío (1980) by Fernando Ruiz Vergara, Margarita y el lobo (1969) by Cecilia Bartolomé, No-Do (Noticiario Documental), O todos o ninguno (1975-76) by Helena Lumbreras y Mariano Lisa, La Transición española (1993) by Victoria Prego, Archive of TVG and TVE, and personal archive of  Angel Santos

With the voices of Jo Labanyi, Cecilia Bartolomé, Jorge Luis Marzo, Mariano Lisa and Carme Molinero.

Maria Ruído | Espanha

Maria Ruido is an artist, filmmaker and researcher. She has been working on interdisciplinary media projects since 1998. Along her work she has developed an investigation on the imaginaries of labour in postfordits capitalism, as well as on the mechanisms that construct the memory and its relations to the different historical narratives, and currently, on decolonial imaginary and its emancipatory possibilities.
She lives between Madrid and Barcelona, where is a teacher at the Visual Culture Department at the University of Barcelona, and where she is implicated in several studies questioning the representation and the contexts where it´s being produced.